Vacina para cães - Camas para Cachorros e Gatos Lassie

Quando, quais e porque vacinar o filhote de cachorro? Veja o calendário de vacinação. Sobre a vacina de cachorro, quem determinará o que deve ser feito será o veterinário. Porém, há algumas orientações importantes a serem observadas:

– O intervalo entre as doses de Vacina de cachorro deve ser no mínimo 21 dias e no máximo 30 dias;
– O cachorro deve estar em condições saudáveis para ser vacinado;
– É obrigatório o uso de agulhas e seringas esterilizados, e as condições de antissepsia respeitadas;
– Após a vacina, o cachorro não deve ser exposto a esforços físicos ou mesmo a fatores estressantes.
– Abaixo, vamos conhecer as vacinas de cachorro presentes no protocolo de vacina de cachorro:

Vacinas Polivalentes

V7 é uma vacina de cachorro indicada contra cinomose, adenovírus tipo 2, parainfluenza, parvovirose e leptospirose (L. canicola e L. icterohaemorrhagie).
O reforço deve ser anual, durante toda a vida do cachorro. Na primo-vacinação (primeiro grupo de vacinas tomadas no primeiro ano de vida) é necessária 3 ou 4 doses, a critério do médico veterinário, que podem ser iniciadas a partir dos 42 dias, com intervalos de 3 ou 4 semanas entre as doses.

V8 é uma vacina de cachorro indicada no combate a cinomose, adenovírus tipo 2, coronavírus, parainfluenza, parvovirose e leptospirose (L. canicola e L. icterohaemorrhagie). O reforço deve ser anual, durante toda a vida do cachorro. Na primo-vacinação (primeiro grupo de vacinas tomadas no primeiro ano de vida) é necessária 3 ou 4 doses, a critério do médico veterinário, que podem ser iniciadas a partir dos 42 dias, com intervalos de 3 ou 4 semanas entre as doses.

V10 é outra vacina de cachorro polivalente contra a cinomose, adenovírus tipo 2, coronavírus, parainfluenza, parvovirose e leptospirose (L. canicola e L. icterohaemorrhagie e L. grippotyphosa e L. Pomona). O reforço deve ser anual, durante toda a vida do cachorro. Na primo-vacinação (primeiro grupo de vacinas tomadas no primeiro ano de vida) é necessária 3 ou 4 doses, a critério do médico veterinário, que podem ser iniciadas a partir dos 42 dias, com intervalos de 3 ou 4 semanas entre as doses.

Vacina puppy é uma vacina de cachorro contra cinomose e parvovírus, devendo ser feita em cachorros com cerca de 4 semanas, antes de iniciar a protocolo de vacinas polivalentes. Esta vacina é principalmente recomendada em áreas com alto risco de cinomose ou parvovirose.

Vacina de cachorro contra gripe canina (traqueobronquite infecciosa canina) combate uma doença multicausal, ou seja, que possui mais de um agente infeccioso, a Bordetella e Parainfluenza. O reforço deve ser anual durante toda a vida do animal, e na primo-vacinação é necessário 2 doses que podem ser iniciadas a partir de 42 dias, com intervalos de 3 ou 4 semanas entre as doses.

Vacina de cachorro antirábica é a única vacina obrigatória pelo governo e as prefeituras disponibilizam gratuitamente à população em campanhas de vacinação ou nos centros de controle de zoonoses. O reforço deve ser anual, durante toda a vida do animal e na primo-vacinação é necessária apenas uma dose por volta dos 4 meses.

Vacina de cachorro contra leptospirose protege o cachorro contra L. Canicola e L. Icterohaemorrhagie e L. Grippotyphosa e L. Pomona e é recomendado o reforço em áreas endêmicas a cada 6 meses.

Vacina de cachorro Giárdia é optativa que protege o cachorro contra a infecção pelo protozoário Giárdia lambia. Necessita na primo-vacinação 2 doses e depois reforço anual por toda a vida.

Vacina de cachorro contra leishmaniose canina protege da Leishmania. A primo-vacinação deve ser iniciada aos 4 meses de vida, sendo 3 doses com intervalos de 21 dias. O reforço é anual e não deve ultrapassar um prazo superior a 15 dias, nesses casos um novo protocolo de 3 doses deve ser feito novamente.

Vacina de cachorro V7 + Antirábica é uma combinação da polivalente V7 associada à antirábica em um único frasco, necessitando apenas de uma aplicação. Esta vacina é feita como reforço anual em animais adultos, ideal para cães pequenos e sensíveis a aplicações.

O proprietário do cão deve ser instruído a observar seu animal nas 24 horas pós vacinação, pois reações anafiláticas podem ocorrer. Normalmente os cães ficam febris, apáticos, e doloridos no dia da aplicação, mas reações como inchaço de pálpebras, lábios, vômitos e desmaios, devem ser consideradas como emergência médica encaminhando o animal ao consultório veterinário rapidamente.

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